Seu nome é redondinho. É todo assim, sem tirar nem por. Eu não quero mais ficar embaixo da chuva pendurada em um orelhão numa ruazinha qualquer esperando você dizer o que eu devo ou o que eu não devo fazer. Eu não me importo com a chuva e eu não te perdoo, tampouco pretendo me perdoar. Em síntese: não há perdão. Só um incomodozinho que vai durar e vai passar mais tarde do que desejo(amos) e mais cedo do que imagino(amos). Assim espero.
Oh! Darling...
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